Friday, August 18, 2006

Ganhando dinheiro na justiça


O Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo condenou a Rede TV! a pagar indenização por danos morais a um funcionário que teria sido exposto a "constrangimento público com piadas de natureza sexual" na frente das câmeras.
O empregado alegou que era chamado pela apresentadora do programa "Noite Afora" pelos apelidos de "Todinho" ou "Nescalzinho". Em algumas ocasiões foi dito que "é porque ele é marronzinho e tem um canudinho pequenininho". E ainda, que tinha de sentar na cama onde eram realizadas as entrevistas, para servir de modelo a apresentações de objetos e técnicas sexuais.
Após ser condenada pela 1ª Vara do Trabalho de Barueri, a empresa recorreu ao TRT-SP, alegando que o apelido de "Todinho" não era jocoso, e que o próprio funcionário concordava com as brincadeiras. Segundo a companhia, o próprio trabalhador passou a se apresentar com o apelido.
O funcionário, que era operador de cabo, também recorreu para elevar o valor da indenização em 100 salários mínimos e declarou que as brincadeiras, nas quais moças seminuas o utilizavam como modelo para "brincadeiras eróticas", geraram uma grave crise no seu casamento.
Para o juiz Sergio Pinto Martins, a empresa não contestou as alegações do funcionário, nem comprovou que ele teria autorizado sua exposição no programa. Em razão do constrangimento público, não contestado pela empresa, o juiz considerou devida a indenização por dano moral.



Uma advogada norte-americana ganhou um processo contra a rede de cafeteria Starbucks, depois que uma funcionária derramou algumas gotas de café quente em seu pé.
Alice Griffin, 42 anos, afirmou que estava na cafeteria Starbucks localizada na Sétima Avenida, em Nova York, quando a caixa do restaurante não conseguiu colocar o café no copo e espirrou um pouco do líquido no balcão, caindo nos pés do cliente.
O caso foi levado ao júri da Suprema Corte, que determinou que o Starbucks deverá pagar indenização de US$ 310 mil à mulher.
De acordo com a CBS, a rede afirmou que sente muito pela "dor sofrida pela cliente", mas que a irá apelar contra a decisão do júri.

Preciso que me ofendam sexualmente. Preciso que derramem um café no meu pé.

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