Crise da Varig
O texto é um pouco grande, mas vale a pena ler pra entender um pouco sobre a crise que está acontecendo na Varig. Caso você tenha algum palpite sobre o que a Varig poderia fazer pra sair da crise, sinta-se à vontade e comente.

Apesar da crise, a Varig continua sendo a maior empresa aérea brasileira em vôos internacionais, e a 3ª no mercado doméstico de aviação. Com dívidas de mais de 7 bilhões de reais, a empresa enfrenta dificuldades que, segundo especialistas, são reflexo das perdas geradas pelo congelamento das tarifas aéreas nas décadas de 80 e 90, combinadas com a má administração da companhia.
No início do governo Lula, houve uma tentativa de fusão entre a Varig e a TAM para reduzir os custos operacionais do setor, que ainda sofria os reflexos da crise deflagrada pelos ataques terroristas de 2001. O projeto não deu certo, as empresas desfizeram a união, e o prejuízo maior ficou com a Varig, que perdeu a liderança em vôos domésticos para a TAM. A entrada da GOL, em 2001, também contribuiu para o encolhimento da Varig. Com tarifas mais competitivas, a GOL tirou da Varig o posto de 2ª maior empresa em tráfego nacional.
Sem conseguir arcar com compromissos assumidos com credores, a empresa passou a enfrentar a ameaça de ter a falência decretada pela Justiça, mas ganhou sobrevida no ano passado, quando seu pedido de recuperação judicial foi aprovado. Há pouco mais de três meses, os credores da Varig aprovaram seu plano de recuperação. A Varig iniciou, então, um processo de reestruturação que prevê a demissão de funcionários e a venda de subsidiárias, medidas que poderiam dar fôlego à empresa.
Na semana passada, entretanto, o presidente da Varig, Marcelo Bottini, afirmou que a empresa não seria paralisada após uma onda de boatos de que ficaria sem caixa para continuar a voar. Bottini afirmou que negociaria empréstimos para a empresa com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Lula e os ministros Guido Manteiga (Fazenda) e Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmaram, entretanto, que não seria papel do governo socorrer a Varig, a qual teria que encontrar uma solução sem recursos públicos.
Outra tentativa da Varig, que previa fazer um acordo de compartilhamento de vôos com a OceanAir, foi vetada pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).
O julgamento na Primeira Seção do STJ (Superior Tribunal de Justiça), em que a empresa pede indenização pelo congelamento de tarifas aéreas entre 1985 e 1992, também poderá ajudar a Varig.

Apesar da crise, a Varig continua sendo a maior empresa aérea brasileira em vôos internacionais, e a 3ª no mercado doméstico de aviação. Com dívidas de mais de 7 bilhões de reais, a empresa enfrenta dificuldades que, segundo especialistas, são reflexo das perdas geradas pelo congelamento das tarifas aéreas nas décadas de 80 e 90, combinadas com a má administração da companhia.
No início do governo Lula, houve uma tentativa de fusão entre a Varig e a TAM para reduzir os custos operacionais do setor, que ainda sofria os reflexos da crise deflagrada pelos ataques terroristas de 2001. O projeto não deu certo, as empresas desfizeram a união, e o prejuízo maior ficou com a Varig, que perdeu a liderança em vôos domésticos para a TAM. A entrada da GOL, em 2001, também contribuiu para o encolhimento da Varig. Com tarifas mais competitivas, a GOL tirou da Varig o posto de 2ª maior empresa em tráfego nacional.
Sem conseguir arcar com compromissos assumidos com credores, a empresa passou a enfrentar a ameaça de ter a falência decretada pela Justiça, mas ganhou sobrevida no ano passado, quando seu pedido de recuperação judicial foi aprovado. Há pouco mais de três meses, os credores da Varig aprovaram seu plano de recuperação. A Varig iniciou, então, um processo de reestruturação que prevê a demissão de funcionários e a venda de subsidiárias, medidas que poderiam dar fôlego à empresa.
Na semana passada, entretanto, o presidente da Varig, Marcelo Bottini, afirmou que a empresa não seria paralisada após uma onda de boatos de que ficaria sem caixa para continuar a voar. Bottini afirmou que negociaria empréstimos para a empresa com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Lula e os ministros Guido Manteiga (Fazenda) e Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmaram, entretanto, que não seria papel do governo socorrer a Varig, a qual teria que encontrar uma solução sem recursos públicos.
Outra tentativa da Varig, que previa fazer um acordo de compartilhamento de vôos com a OceanAir, foi vetada pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).
O julgamento na Primeira Seção do STJ (Superior Tribunal de Justiça), em que a empresa pede indenização pelo congelamento de tarifas aéreas entre 1985 e 1992, também poderá ajudar a Varig.

4 Comments:
Nem tenho muito a comentar sobre a crise da Varig.
Acho que eles tem uma chance remota de sobreviver a essa crise.
Vamos ver ai ne?!
Até a proxima!
=**
P.S.: Escreve sobre o petroleo Leo!
Olha só...
Essa rise da varig na verdade é muito mais devido a uma má administração que por fatores adversos...
Pq a TAM não está falida?
É algo q devemos pensar...
Ótimo esse blog LÉo...
Fuiz!
Tomara que a Varig saia do buraco...quanto mais concorrência, melhor pra gente: preços mais competitivos e, claro, mais contas para atendermos nas agências =)
Hehehe...
É..se fosse até uns 5 bilhões, eu até ajudava a pagar, mas 7 é dmais! ;)
Bjo, Leo!
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